abre 1º de agosto de 2026

uma rede social
só de mulheres.

para dormir na casa de quem você ainda não conhece, contratar quem trabalha bem, ter companhia num sábado. tudo entre nós.

quero entrar guardar o seu nome não custa nada

por que existe

a gente já faz isso.
só não tem onde.

toda mulher já hospedou a amiga de uma amiga, já indicou uma advogada de confiança, já procurou alguém pra ir junto num sábado à noite. isso acontece o tempo inteiro — espalhado em vinte grupos de whatsapp que ninguém acha depois.

a FEMS é o endereço disso. um lugar só nosso, onde a rede que já existe finalmente tem porta, nome e memória.


o que se faz aqui

a casa é grande

casa

dormir na casa de outra mulher

você marca a cidade e as datas. quem tem um quarto sobrando abre a porta. custa uma fração de uma diária — e ninguém chega num apartamento vazio com a chave num cofrinho.

companhia

ter com quem ir

cinema na quinta, café à tarde, aquele show que ninguém da sua roda quis ver. você diz quando pode, e alguém aparece. companhia já é motivo suficiente.

trabalho

contratar e ser contratada

fotógrafa, advogada, faxina, cabelo, mudança, aula, conserto. de um lado quem precisa, do outro quem faz — e o dinheiro circula entre nós em vez de sair pela primeira busca no google.

flores

nem tudo se paga em dinheiro

fez algo por alguém, recebe flores. precisa de algo, gasta as que juntou. e quando as duas preferem, troca direto: eu faço o seu site, você corta o meu cabelo.

comunidades

gente que é parecida com você

grupos sobre qualquer coisa, das sérias às bobas. é ali que se descobre que aquilo que parecia só seu é de mais um monte de gente — e é ali que quase tudo começa.

o que a gente faz

indicações e concursos

livro que mudou a cabeça, filme que ninguém viu, e concursos com prêmio pra quem escreve, fotografa e desenha. a estante fica cheia do que a gente gosta, não do que o algoritmo quer vender.


o combinado

tem porta,
e tem palavra

uma rede fechada só funciona se todo mundo souber o que sustenta ela. são cinco coisas.

  1. só entra mulher. não é uma frase de efeito, é a porta: cadastro com documento e número conferidos.
  2. o que se passa aqui fica aqui. print e fofoca pra fora quebram o pacto — e quem quebra, sai.
  3. uma cuida da outra. a que chega numa cidade estranha, a que precisa de serviço, a que só quer companhia.
  4. ninguém escreve bio. você fala, a gente escreve por você.
  5. tudo combinado na frente. ninguém chega num encontro esperando uma coisa e achando outra.

entrar leva dois minutos

aqui ninguém
escreve bio

escrever perfil é chato e todo mundo mente um pouco. então você não escreve: escolhe plaquinhas, responde quatro perguntas de uma palavra e, se quiser, grava um áudio falando de você — a gente transforma esse áudio num texto bonito.

quero receber quero ser recebida disponível pro cinema ofereço serviço preciso de serviço só quero amizade tô a fim de conhecer
cor
verde
filme
bound
música
cássia eller
bebida
cerveja gelada

uma palavra cada. pronto, o seu perfil está feito.


para entrar

a associação

é uma anuidade, e ela existe por um motivo simples: uma casa que cobra pra entrar não vira terra de ninguém.

R$77

por um ano inteiro, com o livro junto

  • a casa inteira por doze meses
  • o livro, seu, pra ficar
  • o seu nome de usuária guardado
quero entrar

abre 1º de agosto de 2026.


1º de agosto de 2026

o seu nome

escolhe agora o nome que vai ser o seu aqui dentro. no dia da abertura ele está te esperando.

@

de 3 a 20 letras, números, ponto ou _

é só pra te chamar quando abrir.